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	<title>Diversos</title>
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		<title>Se eu tivesse um filho&#8230;</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Sep 2008 14:05:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edson Scorcelli &#124;www.casalsemfilhos.com&#124;</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Casal sem Filhos]]></category>
		<category><![CDATA[Filhos]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando se fala que um CSF é egoísta, a interpretação possível é a de que para a sociedade o casamento e a procriação demandam uma certa dose de doação altruística. Essa idéia de que o casal deve sofrer para cumprir o objetivo maior do casamento: os filhos, não encontra em mim nenhuma afinidade. Acredito naquela [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=casalsemfilhos.wordpress.com&amp;blog=4294622&amp;post=27&amp;subd=casalsemfilhos&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando se fala que um CSF  é egoísta, a interpretação possível é a de que para a sociedade o  casamento e a procriação demandam uma certa dose de doação  altruística.</p>
<p>Essa idéia de que o casal deve sofrer para cumprir  o objetivo maior do casamento: os filhos, não encontra em mim nenhuma  afinidade. Acredito naquela máxima que diz que para amar alguém, você  precisa, em primeiro lugar, amar a si mesmo. E isso não quer dizer, de  forma nenhuma, que se deva ignorar ou olhar com desdém o seu semelhante,  e sim conhecer-se profundamente – tarefa que pode levar alguns anos de  nossas vidas adultas – para depois poder dividir e respeitar os  sentimentos e idéias alheias.</p>
<p>A partir dessa premissa, criar um  filho passa a ser algo mais consciente e responsável.</p>
<p>Acredito que por mais próximos que estejamos uns dos outros, somos seres únicos e a consciência desta solidão pode fazer muitos criarem um espelho,  através dos filhos, para que possam suportar a idéia de que  somos finitos.</p>
<p>Se tivesse um filho, não veria nele uma  reprodução de mim mesmo e sim um outro ser, independente de mim e meus  ideais, ao qual eu mostraria caminhos sem querer que minha sugestão  fosse seguida à risca.</p>
<p>Também não usaria minhas prerrogativas de  pai para exibi-lo como um troféu para a sociedade. Deixaria que vivesse  tendo o meu apoio como base e fosse juntando a ele as suas próprias  experiências, de modo a que alcançasse sua independência e  personalidade.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/casalsemfilhos.wordpress.com/27/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/casalsemfilhos.wordpress.com/27/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/casalsemfilhos.wordpress.com/27/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/casalsemfilhos.wordpress.com/27/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/casalsemfilhos.wordpress.com/27/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/casalsemfilhos.wordpress.com/27/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/casalsemfilhos.wordpress.com/27/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/casalsemfilhos.wordpress.com/27/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/casalsemfilhos.wordpress.com/27/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/casalsemfilhos.wordpress.com/27/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/casalsemfilhos.wordpress.com/27/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/casalsemfilhos.wordpress.com/27/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/casalsemfilhos.wordpress.com/27/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/casalsemfilhos.wordpress.com/27/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=casalsemfilhos.wordpress.com&amp;blog=4294622&amp;post=27&amp;subd=casalsemfilhos&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Edson Scorcelli &#124;www.casalsemfilhos.com&#124;</media:title>
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		<title>O retrato dos novos consumidores brasileiros</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Aug 2008 13:53:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edson Scorcelli &#124;www.casalsemfilhos.com&#124;</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Com 190 milhões de habitantes espalhados no quinto maior território do planeta, o Brasil é saudado em seu hino como um &#8220;gigante pela própria natureza&#8221;. Depois de uma longa e tenebrosa hibernação, parece que o gigante começou a se mexer &#8212; e, quando um país desse tamanho resolve sair do lugar, a repercussão costuma ser [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=casalsemfilhos.wordpress.com&amp;blog=4294622&amp;post=16&amp;subd=casalsemfilhos&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size:small;font-family:arial;">Com 190 milhões de habitantes espalhados no  quinto maior território do planeta, o Brasil é saudado em seu hino como um  &#8220;gigante pela própria natureza&#8221;. Depois de uma longa e tenebrosa hibernação,  parece que o gigante começou a se mexer &#8212; e, quando um país desse tamanho  resolve sair do lugar, a repercussão costuma ser mundial. É o que se vê  atualmente. Crescimento econômico acima de 4% ao ano, multiplicação de empregos,  acesso ao crédito e elevação da renda estão reproduzindo no país um fenômeno  típico de sociedades avançadas: a criação de um mercado consumidor de massa,  forte e cada vez mais complexo. Milhões de brasileiros têm aproveitado o bom  momento da economia para experimentar, pela primeira vez, as delícias do consumo  &#8212; e legiões de outros esperam, ansiosos, a sua vez chegar. De acordo com um  estudo feito pelas consultorias Bain &amp; Company, de estratégia empresarial, e  Euromonitor, de pesquisa e inteligência de mercado, o consumo anual no Brasil  deve crescer de 780 bilhões de dólares em 2007 para 1 trilhão em 2012. Com esse  aumento &#8212; de 220 bilhões de dólares &#8211;, o mercado brasileiro será o terceiro  entre os que mais contribuirão para o crescimento do consumo no mundo nos  próximos cinco anos, um adicional calculado em 3,5 trilhões de dólares. Segundo  os especialistas da Bain e da Euromonitor, apenas Estados Unidos e China darão  contribuições maiores. &#8220;O Brasil passa por um momento raro, com forte  crescimento da classe média, e esse movimento deve se intensificar nos próximos  anos&#8221;, diz o americano John Naisbitt, pesquisador de tendências de consumo e  autor do livro Megatrends. &#8220;É natural que uma população mais madura e com mais  renda passe a ter acesso a mais e melhores bens e serviços&#8221;.</span></p>
<p><span id="more-16"></span></p>
<p>O lado mais  visível da transformação em curso é a recente escalada de uma massa de pessoas  para classes superiores de consumo. A maior variação deu-se na faixa  intermediária, a chamada classe C, com renda mensal entre 1 062 e 2 017 reais.  De acordo com pesquisa realizada pelo instituto Ipsos para a financeira Cetelem,  em apenas dois anos, de 2005 a 2007, um contingente de 23,5 milhões de pessoas  passou a fazer parte desse estrato. Com esse deslocamento, a classe C tornou-se  a maior em número absoluto de pessoas na pirâmide social brasileira, superando  os 86 milhões do ano passado. Somada aos 28 milhões que formam as classes A e B,  isso significa que já são 114 milhões os brasileiros que podem ser considerados  consumidores. Outro estudo, da consultoria Value Partners, estima que, numa  hipótese conservadora, o número de consumidores no país aumentará pelo menos 7,5  milhões até 2010. A ascensão de milhões de pessoas à classe C não é um fenômeno  que se esgota em si mesmo. Mais pessoas consumindo na base significa que quem  produz e vende &#8212; normalmente aqueles que estão no topo da pirâmide social &#8212;  também tem mais chance de enriquecer. Essa progressão da renda é o único lado  bom de eventos que viraram notícia nos últimos tempos &#8212; como o caos nos  aeroportos ou o virtual estrangulamento no trânsito de metrópoles como São  Paulo. A frota de veículos no país aumenta 2,5 milhões por ano. E as viagens  aéreas deixaram de ser artigo de luxo, premissa que anos atrás levou à criação  da Gol e que hoje atrai novos nomes para o país, como a americana JetBlue. &#8220;Nos  próximos cinco a sete anos o mercado brasileiro vai dobrar de tamanho&#8221;, afirma  David Barioni, presidente da TAM. Se Barioni estiver certo, o número de  passageiros nesse período passará de 50 milhões para 100 milhões por ano.  Segundo projeções da operadora de telefonia Vivo, até 2012 o número de celulares  no país superará 200 milhões. Até lá, em média, cada brasileiro terá seu  telefone móvel. Cifras de crescimento dessa magnitude são inimagináveis em  mercados maduros, mas fazem parte do dia-a-dia dos negócios em países emergentes  mais pujantes, como a China.</p>
<p>A estabilidade econômica mantida até agora é  um dos pilares do atual vigor do mercado brasileiro. Preservá-la é condição para  que as coisas continuem assim. O outro pilar, menos perceptível, é a  transformação benigna da demografia do país. O Brasil vive hoje uma transição  que a grande maioria dos países desenvolvidos já atravessou, resultado de  mudanças que começaram a ocorrer seis décadas atrás. Nos anos 50, a população  brasileira apresentava elevadas taxas de crescimento, fruto da combinação de uma  natalidade alta com a redução da mortalidade infantil. A população crescia à  média de 3% ao ano &#8212; taxa que, nas décadas seguintes, caiu até o 1,4% atual. Se  o ritmo de crescimento populacional daqueles anos fosse mantido por todo o  período, em vez de 190 milhões de habitantes o Brasil contaria hoje com quase  270 milhões &#8212; adicional equivalente a uma Alemanha ou duas Argentinas. Com a  tendência de queda da fecundidade, o Brasil deverá alcançar o máximo de 264  milhões de habitantes em 2062 e daí em diante a população entrará em  declínio.</p>
<p><strong>Um país em transformação</strong></p>
<p>AO MESMO TEMPO, A  EXPECTATIVA DE VIDA NO PAIS cresceu da média de 51 anos em 1950 para quase 73  atualmente. Nesse ritmo de avanço, em 2050, ao nascer, os brasileiros terão uma  esperança de vida de 81 anos &#8212; mesma taxa hoje verificada entre os japoneses, o  povo com a maior longevidade do mundo. A contínua queda da taxa de nascimentos e  o aumento da expectativa de vida têm ampliado o peso dos adultos na população,  criando um fenômeno demográfico favorável à economia do país: os brasileiros na  faixa de idade mais ativa &#8212; entre 15 e 64 anos &#8212; já são dois terços da  população total, uma proporção inédita na história. Até 2040, haverá acréscimo  de 30 milhões de pessoas nessa faixa de idade produtiva. Conhecido como bônus  demográfico, o fenômeno ocorre porque a força de trabalho cresce num ritmo maior  do que a população que depende dela &#8212; ou seja, crianças e idosos. Com menos  dependentes, sobrarão mais recursos para que as famílias aumentem o nível de  consumo e de investimento. &#8220;Essa situação favorece negócios dos mais diferentes  setores&#8221;, diz o demógrafo José Eustáquio Diniz Alves, do IBGE. &#8220;O país e as  empresas não podem desperdiçar este momento&#8221;.</p>
<p>A transição demográfica  deixará uma série de implicações para o futuro dos negócios. A mais importante  talvez seja o envelhecimento da população. Hoje, há no país 19 milhões de  pessoas com idade acima de 60 anos. Mas, em 2020, o grupo de idosos já será de  quase 30 milhões. E, olhando mais à frente ainda, em 2050, haverá um contingente  de 64 milhões de brasileiros na terceira idade. Desse total, 160 000 serão  centenários. &#8220;São pessoas que terão tempo e renda para gastar&#8221;, diz Ana Maria  Camarano, pesquisadora do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada. &#8220;Por isso, a  demanda por serviços nas áreas de lazer e turismo para a terceira idade será  enorme&#8221;. A massa de rendimentos dos idosos já é relevante: foi de 16 bilhões de  reais mensais em 2006, de acordo com análises do demógrafo José Ribeiro Soares  Guimarães sobre dados da última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios  (Pnad), realizada em 2006.</p>
<p>Isso não tem passado despercebido às empresas,  que começam a desenvolver produtos para esse público. A Natura já está testando  em seus laboratórios cremes voltados para mulheres de 80 anos. A experiência é  resultado das incursões da empresa no mercado internacional. Ao observar os  hábitos de consumidores nos países da Europa e no Japão, seus executivos  perceberam a importância desse mercado. &#8220;Poderemos antecipar tendências que já  ocorreram lá fora&#8221;, diz Joel Ponte, diretor de marketing de inovação da Natura.  A LG está trazendo para o Brasil os produtos focados na terceira idade que  desenvolve na Coréia. Celulares com teclas maiores já são oferecidos no mercado  nacional. A última novidade, ainda não disponível aqui, são aparelhos que, além  de ser telefones, são capazes de tirar a pressão arterial ou medir o nível de  glicose do usuário. &#8220;É algo que devemos lançar em 2010&#8243;, diz Eduardo Toni,  diretor de marketing da LG.</p>
<p>A força da terceira idade como consumidora já  é bem real para empresas como a CVC, maior operadora de turismo do Brasil. No  ano passado, 40% do 1,5 milhão de consumidores que procuraram a agência para  viajar pelo país ou para o exterior tinham mais de 50 anos. Nos cruzeiros  marítimos, com roteiros que passam de 18 dias, a faixa etária média é acima dos  60 anos. &#8220;Em nossa primeira viagem longa de navio, em 2002, me assustei com o  número de passageiros mais velhos&#8221;, diz Guilherme Paulus, dono da CVC. Desde  então, a tripulação dos navios tem sido preparada para lidar com esse público,  com orientações que vão desde como administrar injeções de insulina em  passageiros diabéticos até nunca se esquecer de oferecer um cobertor extra nos  dias frios. A expectativa é que a CVC transporte pelo menos 1,4 milhão de  passageiros com mais de 50 anos em 2011. A base desse prognóstico é a  expectativa de que os idosos do futuro, além de mais numerosos devido ao aumento  da esperança de vida, tenham mais dinheiro. &#8220;Quem adquire hoje uma previdência  privada deverá se aposentar com uma renda média bem maior&#8221;, diz Patrick  Larragoiti, presidente da seguradora SulAmérica.</p>
<p>Não será apenas o avanço  etário no Brasil que representará novos desafios às empresas. Novos arranjos  sociais e familiares vão lentamente determinando mudanças no comportamento dos  consumidores. <strong>Uma categoria que se tornou obsessão nos departamentos de  marketing de muitas empresas é a dos casais sem filhos. Nos Estados Unidos,  esses casais são chamados de <em>dinks</em> &#8212; abreviatura de double income, <em>no  kids</em> (&#8220;dupla renda, sem filhos&#8221;). Nesse grupo estão incluídos os jovens que  protelam a chegada dos herdeiros, pessoas de meia-idade que já criaram os  filhos, os parceiros gays e os casais que não podem ou não querem se tornar  pais. A percepção sobre os <em>dinks</em> é que eles consomem mais porque somam  dois salários no orçamento doméstico e não têm gastos com dependentes. Portanto,  é uma turma que gasta mais com bens de consumo e lazer. No Brasil, a Pnad de  2006 identificou 8,6 milhões de residências de casais sem filhos &#8212; o que  representa um aumento de 60% sobre o número de 1996. &#8220;Essa parcela da população  deve dobrar na próxima década&#8221;, diz Diniz, do IBGE. No mesmo foco estão os que  vivem sozinhos. Assim como os <em>dinks</em>, eles têm uma renda que não precisa  ser dividida. &#8220;No mercado imobiliário, os solteiros e os sem-filhos já  representam 27% das vendas de imóveis novos&#8221;, diz Paulo Secches, diretor da  empresa de pesquisa TNS InterScience. &#8220;Esses dois grupos têm perfis muito  parecidos de consumo&#8221;.</strong></p>
<p><strong>O mercado imobiliário é o grande campo de  experimentação dessas novas configurações familiares. A construtora paulista  Tecnisa entregou em maio um edifício residencial no bairro da Pompéia, na zona  oeste de São Paulo, com um espaço dedicado exclusivamente a animais de  estimação. O que motivou a inclusão da área na planta do prédio foi a estimativa  de que no país haja mais de 60 milhões de cães e gatos domésticos. Na cidade de  São Paulo, 65% dos moradores de prédios possuem algum animal de estimação.  &#8220;Muitos casais estão preferindo arrumar um bichinho a ter um filho&#8221;, diz Romeo  Busarello, diretor de marketing da Tecnisa. O perfil dos compradores do novo  edifício, com apartamentos que custam 350 000 reais, é considerado um  microuniverso de tendências mais gerais que proliferam nas metrópoles. Entre os  moradores, que têm idade média próxima dos 35 anos, 45% são casais sem filhos,  42% são solteiros, 8% são idosos e apenas 5% são famílias com filhos. Esse  perfil não se encontra apenas nas classes A e B &#8212; embora seja entre os com  maior renda que essas tendências se materializam mais rápido. Nos  empreendimentos da construtora Goldfarb, voltados prioritariamente para a classe  C, os jovens casais sem filhos são 80% dos compradores.<br />
</strong><br />
O VAREJO É UM DOS  SETORES MAIS SENSIVEIS às mudanças no perfil do consumidor. É onde se percebe  mais rapidamente as transformações na renda e no comportamento de compra. Os  supermercados, por exemplo, estão tendo de se reinventar para atender um novo  mercado. O grupo Pão de Açúcar lançou no ano passado a bandeira Extra Fácil,  para lojas com área de no máximo 200 metros quadrados. A nova rede já conta com  19 unidades, de início na capital paulista, e até o final deste ano deve ganhar  outras 80, algumas delas em outras cidades grandes do país. A nova marca do  grupo é um misto de padaria e loja de conveniência, instalado em áreas de  passagem (próximas, por exemplo, às estações do metrô) e nos bairros de renda  mais alta. &#8220;Notamos que os solteiros e os sem-filhos não costumam ir a um grande  supermercado&#8221;, diz Sylvia Leão, diretora da Extra Fácil. Boa parte dos 3 000  itens oferecidos nas lojas é vendida nas menores porções disponíveis pelos  fabricantes. Pode parecer um mercado pequeno, mas não é. De acordo com a empresa  de pesquisa Nielsen, os supermercados com até quatro guichês movimentam 50  bilhões de reais por ano no Brasil e representam o segmento que mais cresce no  setor. O Carrefour testa em Porto Alegre o mesmo estilo de loja, sob a marca  Carrefour Express. Os dois varejistas não estão inventando a roda. Na França, o  Casino (acionista do Pão de Açúcar) tem 6 000 lojas com a marca Petit  Casino.</p>
<p>Embora os idosos e os solitários despertem o interesse das  empresas, nada é mais urgente do que satisfazer uma categoria especial &#8212; e  numerosa &#8212; de consumidores: as mulheres. Elas são 96 milhões no Brasil. De  acordo com dados do IBGE, as mulheres com mais de 16 anos de idade tiveram  rendimento mensal de 34 bilhões de reais em 2006. O montante representa 70% do  que os homens ganhavam no mesmo ano. Hoje, a participação feminina na população  economicamente ativa brasileira é 44%. As mulheres também são as responsáveis  financeiras por 31% dos domicílios brasileiros, ante 19% em 1991. O inegável  avanço na estrutura econômica das mulheres só reforça um componente social e  comportamental: as decisões de compra nas famílias estão cada vez mais nas mãos  delas. E entender o que as mulheres querem virou prioridade dentro das empresas.  A montadora Renault mantém um grupo de estudos de mercado voltado apenas para o  perfil de consumo feminino &#8212; elas respondem por 52% das vendas da marca  francesa. A montadora acaba de inaugurar um centro de design instalado na região  dos Jardins, área nobre de São Paulo, onde está concentrada a maioria das lojas  de luxo da cidade. Isso porque, segundo pesquisas, a escolha das mulheres é  fortemente influenciada pelo design dos produtos. Com o estúdio nos Jardins, a  montadora pretende captar as tendências de moda, decoração e comportamento que  podem ser traduzidas para o universo automotivo. &#8220;Nosso presidente mundial,  Carlos Ghosn, definiu que as mulheres são um mercado estratégico no Brasil&#8221;, diz  Jérôme Stoll, presidente da Renault no país.</p>
<p>No setor imobiliário, a  evolução das mulheres como consumidoras tem tradução em números. Há dez anos, 5%  dos apartamentos de dois ou três dormitórios estavam no nome delas. Hoje são  38%. Para conquistar esse mercado em ascensão, a construtora Tecnisa pesquisou  os gostos femininos e se adaptou a eles. Desde 2005, a empresa possui um  programa de relacionamento com os clientes que envolve o envio de mimos em uma  caixa. &#8220;Mulheres adoram caixas&#8221;, diz Carlos Alberto Julio, presidente da  empresa. Uma semana após fechar um negócio, a Tecnisa manda à casa de seus novos  clientes, por exemplo, uma caixa com duas taças e uma garrafa de champanhe.  &#8220;Cada vez mais, vemos as mulheres tomando as decisões de consumo em vários  setores&#8221;, diz Franck Rosez, diretor de marketing da financeira Cetelem.  &#8220;Descobrimos que isso se dá até em produtos voltados para os homens&#8221;. Foi o que  pôde ser constatado na análise do banco de dados dos cartões de crédito de um  dos clientes da financeira, a Camisaria Colombo, rede de moda masculina com 128  lojas em 17 estados. &#8220;Dos 300 000 nomes cadastrados com nosso cartão, 30% são  mulheres&#8221;, afirma Álvaro Jabour, dono da rede. &#8220;Elas são clientes assíduas, com  renda própria para comprar roupas para marido e filhos&#8221;. A descoberta fez com  que a empresa abandonasse uma antiga tradição de ter apenas vendedores homens.  Hoje, metade de seus atendentes nas lojas são mulheres.</p>
<p>Captar os humores  do mercado será cada vez mais importante daqui em diante &#8212; tudo indica que o  país vive os primeiros contornos de uma mudança radical na economia. A teoria  econômica ensina que o tamanho dos mercados importa, pois só a escala permite  oportunidades de segmentação e sofisticação. A emergência de milhões de  consumidores à classe C abre espaço para crescimento de padrão chinês em  inúmeros segmentos, mas a mudança vai muito além desse fato. Paralelamente, os  segmentos mais abastados da classe C estão migrando para a B &#8212; e o mesmo ocorre  da B para a A. Ou seja, oportunidades de negócios vão surgir dos mercados  populares aos artigos de alto luxo. Vai se dar bem quem souber entender o que  quer, afinal, seu consumidor. Recentemente, a TAM detectou, com base em  pesquisas, a necessidade de um programa de bandas tarifárias para oferecer  produtos que se encaixem às necessidades e possibilidades de diferentes  clientes. &#8220;Há desde passagens mais baratas, para quem não faz questão de  acumular milhas, de levar muita bagagem ou de flexibilidade para mudar horários,  até mais caras, para o consumidor de altíssimo padrão, que quer o conforto da  primeira classe para ir a Paris&#8221;, diz Barioni. Ou seja, não dá para cobrar muito  de quem quer viajar barato &#8212; mas não dá para oferecer um serviço muito simples  a quem quer conforto. Na nova etapa de pujança do mercado brasileiro, decifrar o  que quer o novo consumidor brasileiro virou questão de sobrevivência.</p>
<p>Autores: <strong>Fabiane Stefano, Larissa Santana e Marcelo  Onaga.</strong><br />
Diversos<br />
n.d.</p>
<p>Portal Revista  Exame<br />
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		<title>DINKS</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Aug 2008 14:02:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edson Scorcelli &#124;www.casalsemfilhos.com&#124;</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Nos EUA, casais sem filhos e que trabalham podem ser chamados de DINKS. A denominação é usada para casais de dupla renda e sem filhos. O termo passou a ser usado no período dos anos 80 e é hoje um subproduto da era YUPPIE &#8212; gente com mais dinheiro para gastar do que seus pais [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=casalsemfilhos.wordpress.com&amp;blog=4294622&amp;post=14&amp;subd=casalsemfilhos&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
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<p>Nos EUA, casais sem filhos e que trabalham podem ser chamados de DINKS. A denominação é usada para casais de dupla renda e sem filhos. O termo passou a ser usado no período dos anos 80 e é hoje um subproduto da era YUPPIE &#8212; gente com mais dinheiro para gastar do que seus pais ou famílias com filhos. Isto não significa que são ricos. Só que têm integral disponibilidade de seus salários que muitas vezes são gastos individualmente, apesar da vida a dois. Podem ter escolhido não procriar, podem não poder ter filhos ou ainda podem não estar prontos para isso.<br />
O exemplo extremo de DINKS pertence normalmente ao primeiro grupo: o dos casais que são saudáveis e escolheram deliberadamente não ter filhos. São absolutamente materialistas e alvo de profissionais de marketing e propaganda que vêm neles consumidores de alto poder aquisitivo e disposição de gastar para ostentar as melhores marcas do mundo. Há produtos financeiros destinados exclusivamente a eles, assim como clubes de luxo.</p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/casalsemfilhos.wordpress.com/14/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/casalsemfilhos.wordpress.com/14/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/casalsemfilhos.wordpress.com/14/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/casalsemfilhos.wordpress.com/14/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/casalsemfilhos.wordpress.com/14/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/casalsemfilhos.wordpress.com/14/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/casalsemfilhos.wordpress.com/14/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/casalsemfilhos.wordpress.com/14/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/casalsemfilhos.wordpress.com/14/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/casalsemfilhos.wordpress.com/14/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/casalsemfilhos.wordpress.com/14/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/casalsemfilhos.wordpress.com/14/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/casalsemfilhos.wordpress.com/14/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/casalsemfilhos.wordpress.com/14/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/casalsemfilhos.wordpress.com/14/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/casalsemfilhos.wordpress.com/14/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=casalsemfilhos.wordpress.com&amp;blog=4294622&amp;post=14&amp;subd=casalsemfilhos&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Vivendo positivamente sem filhos</title>
		<link>http://casalsemfilhos.wordpress.com/2008/07/27/vivendo-positivamente-sem-filhos/</link>
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		<pubDate>Sun, 27 Jul 2008 15:12:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edson Scorcelli &#124;www.casalsemfilhos.com&#124;</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Muitos dos casais inférteis querem ter filhos. Felizmente, muitas vezes de surpresa, graças a tratamentos com os modernos métodos da medicina moderna, Deus concede essa benção a muitos desses casais. Para os casais que são incapazes de terem filhos biológicos, adotar uma criança pode vir a ser um privilégio. Entretanto, um significante número de casais [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=casalsemfilhos.wordpress.com&amp;blog=4294622&amp;post=6&amp;subd=casalsemfilhos&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="western" style="margin-bottom:0;">Muitos dos casais inférteis querem ter filhos. Felizmente, muitas vezes de  surpresa, graças a tratamentos com os modernos métodos da medicina moderna, Deus concede essa benção a muitos desses casais.</p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;">Para os casais que são incapazes de terem filhos biológicos, adotar uma criança pode vir a ser um privilégio. Entretanto, um significante número de casais não obtêm sucesso em tratamentos e a adoção, que é um excelente caminho para uns pode não ser uma estrada na qual outro tipo de casal queira seguir. Pode, então, haver felicidade para casais sem filhos? Podem famílias compostas somente de 2 pessoas serem completas? Nós acreditamos que sim!</p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;">Tomando a decisão de viver positivamente sem filhos nunca é fácil. Muitos casais que nos escrevem falam sobre a agonia sobre a decisão de continuarem sem filhos. Karen, redatora da Stepping Stones, escreve: “Por causa do fator econômico ser tão forte na nossa vida social hoje, somos incapazes de pensar no futuro sem levar em consideração as despesas associadas a ele. Nós constatamos que vamos tocar nossas vidas sem crianças. Todo dia eu ainda penso porque Deus escolheu essse caminho para mim e meu marido. Essa é uma questão para a qual nunca terei resposta, certamente. Mas uma coisa que me conforta é pensar que se me foi dado esse fardo para carregar, então eu vou seguir com ele. Deus não me abençoou com filhos mas me abençoou com inúmeras outras coisas.”</p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;">Não há nada de imoral em escolher viver a vida positivamente sem crianças. Se você não é capaz de ter filhos biologicamente ou não sente que a adoção seja um caminho, por favor lembre-se: não há nada de errado com um casal infértil que queira seguir a vida a dois.</p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;">Mas, esteja preparado! Vão haver aqueles que vão dizer: “Você não pode desistir de ter filhos. Deve haver alguma coisa que os médicos possam fazer!”</p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;">Não permita que ninguém faça você se sentir culpado por não ter filhos. Resista à influência de amigos para que sigam tratamentos médicos quando você e sua mulher já atingiram seus limites econômicos ou psicológicos.</p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;">Outros vão dizer a vocês: “Eu não posso imaginar como vocês podem viver numa casa tão grande sem crianças. Por que vocês não adotam?”</p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;">Como somos pais adotivos, nós acreditamos que a adoção é uma opção maravilhosa. Nós acreditamos que foi um plano de Deus para nós formar uma família através da adoção.</p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;">Mas adoção não é para todos. É um chamado.</p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;">Por favor, não adote uma criança só porque pessoas pensam que é o que vocês deviam fazer. Também não adotem uma criança por culpa, pensando que têm de prover uma criança pobre de um lar. Fazendo isso, não será bom para a criança nem para vocês.</p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;">Ao contrário do que dizem, Deus nunca indicou que crianças são um requisito necessário para a felicidade ou realização no casamento. Nas primeiras páginas do Gênesis, Deus declara: “O homem deixará seu pai e sua mãe e se unirá à sua esposa para se tornarem um só corpo.” Há um ponto no final desta frase! Um marido cristão e sua mulher poderão se completar e continuar a serviço do Senhor com ou sem filhos.</p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;">Nós não estamos sugerindo que um casal sem filhos negue a si mesmo a dor e o sentimento de exclusão social que a não concepção pode trazer. Mas o casal sem filhos que se ama e quer continuar junto não pode deixar que a dor o domine. O casal cristão não pode permitir que a infertilidade interfira na alegria de ter encontrado, através de Deus, um parceiro para viver a dois com grande felicidade</p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;">
<p class="western" style="margin-bottom:0;"><strong>Autores: John  e Sylvia Van Regenmorter<br />
Traduzido do Stepping Stones Newslleter</strong></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;">
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/casalsemfilhos.wordpress.com/6/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/casalsemfilhos.wordpress.com/6/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/casalsemfilhos.wordpress.com/6/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/casalsemfilhos.wordpress.com/6/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/casalsemfilhos.wordpress.com/6/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/casalsemfilhos.wordpress.com/6/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/casalsemfilhos.wordpress.com/6/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/casalsemfilhos.wordpress.com/6/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/casalsemfilhos.wordpress.com/6/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/casalsemfilhos.wordpress.com/6/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/casalsemfilhos.wordpress.com/6/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/casalsemfilhos.wordpress.com/6/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/casalsemfilhos.wordpress.com/6/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/casalsemfilhos.wordpress.com/6/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/casalsemfilhos.wordpress.com/6/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/casalsemfilhos.wordpress.com/6/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=casalsemfilhos.wordpress.com&amp;blog=4294622&amp;post=6&amp;subd=casalsemfilhos&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Editorial</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Jul 2008 18:49:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edson Scorcelli &#124;www.casalsemfilhos.com&#124;</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[O criador deste site pertence ao grupo &#8212; cada vez maior &#8212; de casais sem filhos. As histórias para isso são as mais diversas: problemas de ordem física; a competitividade no mercado de trabalho; os estudos de pós-graduação; o custo de vida nas grandes cidades que leva as mulheres a trabalhar para ajudar no orçamento [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=casalsemfilhos.wordpress.com&amp;blog=4294622&amp;post=4&amp;subd=casalsemfilhos&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<p class="MsoNormal"><span>O criador deste site pertence ao grupo &#8212; cada vez maior &#8212; de casais sem filhos. As histórias para isso são as mais diversas: problemas de ordem física; a competitividade no mercado de trabalho; os estudos de pós-graduação; o custo de vida nas grandes cidades que leva as mulheres a trabalhar para ajudar no orçamento doméstico; o casamento tardio; a constatação, pelo casal, do que a criação de uma criança acarreta: grande mudança de hábitos, incompatível para alguns, este, talvez, o motivo mais polêmico: a simples decisão de cônjuges em perfeitas condições de saúde em ter uma vida a dois sem a geração de filhos.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span>O ponto a ser discutido aqui (e motivo da criação deste site) é que qualquer que seja o motivo da não geração de filhos, seja de caráter provisório ou definitivo, este tem de ser respeitado pela sociedade como decisão exclusiva do casal, não devendo dar motivo a qualquer tipo de censura.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span>Há bem pouco tempo, existia enorme pressão da família, amigos, etc. para que todos os casais tivessem filhos. E quem por qualquer motivo deixasse de tê-los, em geral pagaria caro por isso: sofreria rejeição, mesmo que velada, do seu grupo. Muitos casais acabavam por absorver essa pressão e se tornavam amargos ou infelizes por estarem fora do “padrão social”. Outros, ainda hoje, fazem tratamentos e em caso de insucesso, adotam crianças. E há ainda, um grupo que não se identifica com a idéia e segue com suas vidas sem filhos e sem arrependimento da decisão. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span>É claro que normalmente o que se espera de duas pessoas que queiram estar juntas é que formem uma família, porém no Brasil (e no mundo) essa motivação já não é tão importante quanto era no passado. A sociedade de hoje cobra mais o sucesso pessoal do que a maternidade.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span>A mobilidade social, juntamente com o aumento do nível cultural do brasileiro levou ao questionamento pelos casais, da obrigatoriedade cultural da geração de filhos.</span></p>
<p><span>A migração para os grandes centros fez crescer a competitividade, trazendo também grande contingente de mulheres para a disputa de cargos no mercado. Os cursos de especialização proliferaram devido à concorrência e o tempo dedicado aos estudos aumentou consideravelmente. Com isso, muitos casais retardaram ou desistiram da idéia de gerar filhos.</span></p>
<p>Segundo o IBGE em pesquisa recente, foi constatado que o número dos casais sem filhos no Brasil dobrou na última década, passando de 2 milhões, hoje.</p></blockquote>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/casalsemfilhos.wordpress.com/4/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/casalsemfilhos.wordpress.com/4/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/casalsemfilhos.wordpress.com/4/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/casalsemfilhos.wordpress.com/4/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/casalsemfilhos.wordpress.com/4/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/casalsemfilhos.wordpress.com/4/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/casalsemfilhos.wordpress.com/4/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/casalsemfilhos.wordpress.com/4/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/casalsemfilhos.wordpress.com/4/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/casalsemfilhos.wordpress.com/4/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/casalsemfilhos.wordpress.com/4/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/casalsemfilhos.wordpress.com/4/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/casalsemfilhos.wordpress.com/4/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/casalsemfilhos.wordpress.com/4/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/casalsemfilhos.wordpress.com/4/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/casalsemfilhos.wordpress.com/4/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=casalsemfilhos.wordpress.com&amp;blog=4294622&amp;post=4&amp;subd=casalsemfilhos&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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